sábado, 28 de julho de 2012

Corp Goth

O Corp Goth nasceu da necessidade dos góticos da primeira geração precisarem trabalhar, surgiu o corporate goth: um meio termo que consegue adaptar o estilo às roupas sociais sem, no entanto, abrir mão dele. Os chapéus, ternos e corseletes em risca-de-giz e jóias prateadas foram difundidos em todos os outros gêneros por uma questão de necessidade.



Sem dúvida alguma, o Corporate Goth - ou simplesmente Corp Goth- é uma das estéticas visuais mais belas da Subcultura Gótica. Infelizmente pouco divulgada em nossas terras de calor abundante.





Pense em tecidos como veludo, rendas, cetim e até mesmo peças em couro e verniz, como bolsa e sapatos para as ladies. O ponto de partida são as cores como o preto básico - que obviamente cai como uma luva para nós e para qualquer trabalho - roxo escuro, vinho, bordô, azul e verde escuros, branco (inclusive), além de tons sóbrios e escuros no geral.

Vampire Goth

Baseados na lendária faixa Bela Lugosi's Dead, trilha sonora do longa The Hunger (Fome de Viver, 1983) gravada pelo Bauhaus, estes são os góticos que estão mais intimamente ligados ao culto do Vampirismo. Pálidos e aversos ao sol, tendem a ser pessoas divertidas, atraentes e amantes do famoso (e clichê) vinho tinto.


No cenário musical, a temática vampírica é recente e seu maior expoente é a banda italiana Theatres Des Vampires - pioneira do vampiric metal. Obras como Nosferatu e Drácula em suas dezenas de regravações, além dos livros da escritora norte-americana Anne Rice e do clássico Carmilla - A vampira de Karnstein (de Joseph Le Fanu), são as principais referências para este gênero.




O frio

Eu sinto falta do frio durante as noites em que estou só,sinto falta das noites em que via minha vida uma desgraçae o frio me mostrava que sua situação era pior,me unia singelamente a ele,que por sua vez me mostrava a libertação na insanidade,o frio me tirava o sono,me consolava,me abraçava ao pegor dos mais altos pudores do incerto,de tão insana me sentia não viva sem que ninguém podesse ver o que o frio fazia em meu coração,o frio não me matava,mas como o gelo sobre a pele o frio me deixava dormente a ponto de não sentir a dor...mas sim causa-la rsrs,o frio me transformou em si,ele me mostrava a cada noite a profundeza da vida na sua companhia,me fazia viajar nos seus contos de mudanças os quais iam de outono a invernos seguidos,eu sempre imaginei o frio como algo normal,mas vi que o frio era escuro e miserável a ponto de me me fazer em si o mesmo,o frio me odeia,mas se compate comigo,ele sabe que o único lugar que ele pode habitar em perfeita paz se encontra em mim,o frio nunca achará alguém como eu,bons tempos de frio...rsrs bons tempos de frio.




(Luana Carolina)

Victorian Goth

Dentro do meio gótico, é um dos estilos principais. Difundido, todavia, entre jovens e adultos.

Em sua base, os mais diferentes acessórios: De espartilhos e saias, passando por botas e cartolas.


Nestes, aliás, a presença do tom escuro, seja ele o preto ou o roxo. Ainda no contexto, uma série de referências, incluindo, sobretudo, o decoro e o respeito.




 Inspirado principalmente nos muitos anos (mais precisamente, 40) em que a Rainha Vitória vestiu-se somente com roupas pretas (desde a morte de seu marido, o Príncipe Albert, até o fim de sua vida), o gótico vitoriano procura resgatar a dignidade e a compostura da Inglaterra do século XIX. 

















Corseletes, luvas, vestidos longos e armados, ternos, casacas, chapéus e bengalas - prezando sempre as rendas, os babados e bastante branco, e outros acessórios tipicamente vitorianos - figuram ao lado de uma pele imaculadamente pálida.
Prováveis leitores de Bram Stoker e Edgar Allan Poe, são ainda mais propensos ao teatro e à poesia; da ópera ao gothic rock, passando pela música clássica de Schubert e por bandas de darkwave, a norte-americana Rasputina é uma das mais apreciadas pelo gênero.







A estética da moda vitoriana está espalhada por todo o cenário Gótico.

Os corsets, sombrinhas, luvas de renda, chapéus altos, saias e véus de luto azáfama ostentados pelas mulheres.
O estilo obscuro são claramente emprestados da era vitoriana. No entanto, nenhuma encarna o decoro e a graça da aristocracia vitoriana bem como o Victorian Goth.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Medieval Goth


Esse tipo veio com o advento da música medieval dentro da cena darkwave e com a adoção do termo histórico do gótico.


Essas pessoas possuem um senso de história muito grande e adotam esse conhecimento no seu visual. Roupas simples, vestidos e pouca maquiagem fazem do estilo medieval uma faceta um tanto quanto “fora’ dos outros estilos. Procuram sempre por histórias do período medieval e renascentista. Em termos gerais têm por medieval algumas revisitações do estilo renascentista.


Costumam ouvir bandas que mesclem música medieval com algum ritmo folk e também grupos de ethereal/dreampop. Bandas com Dead Can Dance, Enigma, Faith and the Muse, Qntal, Love Spirals Downwards. Lovespirals, Love is Colder Than Death... etc.




FETISH GOTH


Uma das tendências dentro da cena gótica é a moda fetichista. 



É sabido que essa moda já era bem grande na década de 80. E esse tipo é um desdobramento do que já e via nos clubes ingleses, como o batcave.




Em geral a temática abordada por esse tipo é sempre ligado ao sado-masoquismo. Roupas de couro ou de vinil, correntes, algemas e tudo aquilo que se pode imaginar dentro desse tema. 




 Sonoramente tendem a gostar de algo mais eletrônico, como Depeche Mode. Esse estilo está mais ligado a um comportamento sexual do que um comportamento musical propriamente dito.






 Esse estilo também abusa do nível de sensualidade, muitas vezes até mesmo provocante.

Kinder Goth


São geralmente adolescentes que estão se “iniciando” na cena gótica. Entre eles, não há um padrão visual definido marcante. A diferença está na idade.

Kinder Goth ou Baby Goth São pessoas, em geral adolescentes, que estão descobrindo a cena. Muitas vezes discriminados pela pressão dos pais e dos colegas, acabam muitas vezes sendo chamados de paga-paus e coisas do tipo. Muitos góticos passam por esse estágio antes de entrarem de cabeça na cena. Em geral começam conhecendo uma banda ou outra e bandas que vendem como se fossem góticas. Em alguns casos começam também a curtir alguma coisa da cena electro, o que tende a gerar tipos ainda mais mistos futuramente. A mídia costuma rotular esse tipo de gótico como o padrão para o gótico, o que é uma mentira enorme. Ouvem bandas com HIM e Marilyn Manson, que são bandas com uma orientação mais metal. Assim também acontece com Lacrimosa, que seria o mais próximo da cena que eles chegam nesse estágio. As suas roupas tendem a mostrar um estilo mais voltado ao metal, que é menos extravagante e chamativo. Muitos góticos costumam se referir a essas pessoas como “wannabes”, pela sua postura e por acharem a si mesmos de góticos, mesmo sem pertencer a cena, de fato.


Hoje em dia é difícil achar góticos que seguem na integra este estilo, muitos que se dizem góticos tem uma personalidade 'misturada' recebendo influencia do mundo la fora,a tendência é que o numero de góticos diminua ainda mas no futuro!

Tradicional Goth/Darkwaver


O estilo mais comum e mais difundido. Veio da década de 80, com fortes traços do visual punk.
Eles costumam gostar de bandas mais tradicionais da cena, como Bauhaus, Sisters of Mercy, Clan of Xymox antigo. Seria, dentro do contexto darkwave, a ala “old school”.






Em geral tendem a não considerar muito a existência do electrogoth ou não gostar muito daquela coisa de “ebm-industrial-synthpop” que muitas bandas acabam assumindo.



Visualmente remetem ao visual post-punk, com o uso de muito preto, maquiagem e penteados espetados, influenciados por toda a leva de bandas dos anos 80. Costumam também mesclar roupas de sado-masoquismo, roupas antigas (como sobretudos, capas e vestidos longos), coturnos, roupas de couro (como jaquetas) e jóias prateadas.







Vertentes Visuais


As pessoas podem imaginar que o gótico pertente a somente um estereotipo. Que é aquela coisa sombria, com visual antiquado e retrô. Isso está bem longe da verdade, tanto em termos de cena como em termos de concepção visual.




Evidentemente que os próprios góticos não se preocupam em saber em qual visual se encaixam. Esse visual entra automaticamente, independentemente dele querer “escolher” ou não. As pessoas também adotam mais de um visual, muitas vezes mais situacional também, quando não mesclam dois ou mais visuais.
Aqui serão mostrados os tipos de gótico mais comuns, com suas respectivas explicações. Acompanhe!
Existem vários tipos..
como o Vampire Goth (que é uma versão do Victorian ligado ao tema do vampirismo), o Goth Corp (que são pessoas que usam um ou outro detalhe da moda gótica mesclada a roupas sociais), o Geek Goth (que é aquele mais voltado a temas literários e filosóficos), entre muitos outros.

Nem todos os tipos são exatamente como descritos aqui. Esses padrões costumam aparecer mesclados ou mesmo reinventados, embora com certas restrições (um estilo futurista dificilmente vai se misturar com um medieval, por exemplo)... etc.

Ankh na Cultura Obscura

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história, o Ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o Ankh (por sua semelhança a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.


O Ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da cultura obscura, de uma forma geral.


O Ankh é um símbolo que significa, entre outros, a imortalidade. É encontrado nas gravuras e hieróglifos a partir da 5ª Dinastia egípcia, principalmente nos Templos de Luxor, Medinet Habu, Hatshepsut, Karnak e Edfu. Além de obeliscos, túmulos e murais.

No túmulo de Amenhotep II, vemos o Ankh sendo entregue ao faraó por Osíris, concedendo a ele o dom da imortalidade, ou o controle sobre os ciclos vitais da natureza, ou seja, o início e fim da vida. Em algumas situações, é encontrado próximo a boca das figuras dos deuses, neste caso significa um Sopro de Vida. Na tumba de Tutankhamon, foi encontrado um porta-espelho na forma de Ankh, já que a palavra egípcia para espelho também é Ankh. Sua presença também é marcante em objetos cotidianos, como colheres, espelhos e cetros utilizados pelo povo do Egito.

No Ocidente, o Ankh é conhecido como Cruz Egípcia ou Cruz Ansata. Esta segunda denominação tem origem na palavra latina Ansa, que significa Asa. Além destas, o encontramos como Chave do Nilo (ou da vida), Cruz da Vida ou simplesmente Cruz Ankh.

Porém, a maioria dos conceitos ocidentais não é correto, pois os egípcios da Antigüidade desconheciam a fechadura. Portanto, não seria possível associá-lo a uma chave.